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EJA: uma educação para o trabalho ou para a classe trabalhadora?

  • GRUPOCEJA
  • 2 de mai. de 2024
  • 1 min de leitura

Compreendendo a Educação de Jovens e Adultos - EJA enquanto locus aglutinador de uma classe social que se sustenta a partir de suas experiências coletivas, este artigo apresenta discussões sobre o Parecer CNE/CEB nº 11/2000 que instituiu as Diretrizes Curriculares para essa modalidade da Educação Básica. As discussões são realizadas considerando as categorias experiência e classe social, identificadas no documento, a partir das construções teóricas de Edward Palmer Thompson. Os estudos desse autor são abordados por entendermos a relevância de seus debates para compreendermos a gênese identitária da EJA enquanto sendo formada por uma classe trabalhadora. Apresentamos uma breve discussão sobre a formação da classe social e defendemos uma educação voltada para o trabalho ontológico, como a formação integral do ser social, refletindo sobre as posturas adotadas pelas políticas educacionais que reforçam a representação moral e imediata do trabalho enquanto inserção profissional. As referências apontam para uma EJA que se realiza nos espaços escolares, compreendendo-os como espaço de resistência e potencialidade e, consequentemente, de vínculos com o processo de emancipação humana.


 
 
 

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